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Kim Rafael


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O INÍCIO EM UM POEMA
Brasil: do samba à política recém-nascida.


De início, lamento as milhares de vítimas da covid-19. Aos familiares, minhas sinceras condolências.

Em seguida, gostaria de deixar registrado na primeira publicação da coluna: "POLITICAGEM: Ironizando a política brasileira", a inconsistência democrática, o caos vivido em 2017, aquela polarização imbecil para não falar no sentido literal, idiota! Parece mentira, mas se observar atualmente, é deveras, à atualidade. 
 
Brasil: do samba à política recém-nascida.

No ritmo do samba, o Brasil infelizmente anda.
Tudo se encaminha na direção contrária.
Perdição na Rede Globo e os gritos no Senado de “Canalha”.
Crianças mutilando a inocência e do outro lado o governo golpista.
As reações são de esquerda e de direita.
Mas já se perguntou se isso vai valer à pena?

De todos os versos que você julgue loucura.
Esse é o pior que escrevo a assumir uma postura.
Tenho vergonha do sistema carcerário, da política e da cultura.
Os de fora olham rindo, tirando sarro batendo na mesa.
E comendo como petisco, o tal do petróleo e o Moro de sobremesa.
“A solução é a ditadura.” Loucos gritam com a cabeça imatura.

Organizações criminosas não são apenas o PCC e alguns juizões.
Analise a sua religião, a política e a corrupção.
Com o dinheiro, engano, igreja também virou “mensalão”.
Troca de favores e grana nos bolsos.
E daí? “Quem paga é o burro do povo”!

Somos livres? Não! Apenas marionetes esperando o comando.
Do maior dos maiores eventos de 2018.
Onde estará frente a frente, você e a biometria.
Aparecerá a foto ou o nulo do seu voto.
Se não quer saber sobre a política?
Continue sendo: do grego "idiota".

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