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Emerson Celestino


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Os jovens talvez rejeitassem o socialismo se conhecessem estes fatos


O economista Walter E. Williams analisa dados de millennials sobre a escolha na votação de políticos socialistas à luz do estudo anual do Fraser Institute que demonstra a relação entre a liberdade econômica de um país e a prosperidade, felicidade e saúde de sua população e o modo como isso passa despercebido por conta da equivalência moral, criada pelos progressistas, entre o totalitarismo comunista e a democracia. Confira trechos do artigo:

Uma pesquisa recente realizada pela Fundação pela Memória das Vítimas do Comunismo, em parceria com o instituto YouGov, empresa de pesquisas e dados, descobriu que 70% dos millennials admitem votar num socialista e que 1 em cada 3 deles veem o comunismo com bons olhos.

Vamos analisar esse dado trágico à luz do recém-lançado estudo anual do Fraser Institute, intitulado “Liberdade Econômica do Mundo” [...] o relatório mede a capacidade que os indivíduos têm de tomarem suas próprias decisões econômicas analisando as políticas e as instituições de 162 países e territórios. Entre essa políticas e instituições estão medidas de regulamentação, liberdade de comércio internacional, tamanho do Estado, solidez do sistema jurídico, defesa do direito à propriedade privada, gastos governamentais e tributação.

O professor Fred McMahon, do Fraser Institute, diz que, “nos lugares onde as pessoas são livres para buscarem suas próprias oportunidades e fazer suas escolhas, elas têm vidas mais prósperas, felizes e saudáveis”.

O ranking do Fraser Institute menciona outros países importantes, entre eles Japão (7º), Alemanha (20º), Itália (46º), França (50º), México (76º.), Índia (79º), Rússia (85º), China (113º) e Brasil (120º). Os países menos livres são a Venezuela, Argentina, Ucrânia e praticamente todos os países africanos, à exceção das Ilhas Maurício. A Argentina e a Venezuela, por sinal, eram ricos, até caírem no socialismo.

Durante a Guerra Fria, os esquerdistas criaram uma equivalência moral entre o totalitarismo comunista e a democracia. O sociólogo W. E. B. Du Bois, escrevendo para o National Guardian em 1953, disse: “Joseph Stalin foi um grande homem; poucos homens do século XX se equiparam a ele [...] os esquerdistas pouparam os líderes comunistas das críticas duras feitas a Adolf Hitler, ainda que os crimes contra a Humanidade dos comunistas façam com que a mortandade de 11 milhões de civis pareça quase amadorismo.

Os esquerdistas, socialistas e progressistas de hoje se arrepiariam ao saberem que sua pauta é pouco diferente da dos tiranos do passado. Eles deveriam ter em mente que as origens dos inenarráveis horrores do nazismo, stalinismo e maoísmo não tiveram início apenas nos anos 1920, 1930 ou 1940. Esses horrores foram simplesmente resultado de uma demorada evolução de ideias que levaram à consolidação do poder num governo centralizado na busca por “justiça social.

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Colunista Emerson Celestino aborda os principais assunto da política regional e nacional.


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