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Emerson Celestino


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Passando o Brasil à Limpo


O Brasil é campeão quando se trata de arrancar até o último centavo do cidadão com a cobrança de altíssimos impostos que deveriam retornar na forma de saúde, educação, estradas e todas aquelas balelas que a classe política tem decorado na ponta da língua na hora de implorar pelo voto do pobre contribuinte.

Uma auditoria do TCU (tribunal de contas da união) revelou um gigantesco descaso que em qualquer parte do mundo civilizado causaria demissão em massa de toda a pilantragem que habita o parlamento, o levantamento descobriu mais de um terço das obras públicas bancadas com recursos da união estão paralisadas, isso significa que bilhões do suado dinheiro arrancado a força da população brasileira é desperdiçado em obras que são abandonadas, imagina o tamanho das falcatruas e a quantidade de dinheiro desviado através dessa organização criminosa que vem saqueando o país a décadas.

"Governos anteriores tinham obras de papel, inauguraram placa. Nós herdamos o governo Bolsonaro 34 mil obras inacabadas; 13 mil obras no PAC inacabadas e o PAC foi criado lá atrás com pompa e circunstâncias tinha até uma mãe que cuidou de tudo menos dos filhos e filhas brasileiras."

O real tamanho da bomba que caiu no colo do presidente aos poucos vai sendo revelado, o trabalho da equipe de Bolsonaro será árduo, veja só: além de investir em infraestrutura, somente 0,4% do PIB o governo desperdiça dinheiro público com obras que não são concluídas. Essas obras que consomem bilhões dos cofres públicos não geraram nenhum benefício a população pois estão inacabadas ou completamente abandonadas. O levantamento foi feito em 38.412 obras financiadas com recursos da União, incluindo escolas, creches, postos de saúde e edifícios administrativos, instalações esportivas, rodovias, ferrovias, portos e usinas, entre outros.
Os empreendimentos fazem parte do programa de aceleração do crescimento, PAC dos governos petistas ou são gerenciados pela Caixa, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura (DEMITE), pelo Ministério da Educação (MEC), ou pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Nos bastidores do poder, o PAC dos governos petistas é conhecido como programa da aceleração da corrupção.

Das 39 mil obras verificadas, 14.413 estão paralisadas ou inacabadas, pouco mais de 1/3 do total de 37%. Calcula-se que o governo Bolsonaro ter a que desembolsar 144 bilhões de reais para concluir essas obras, que somente consumiram recursos públicos até aqui. Uma obra não concluída no tempo certo consome os recursos nela aplicados, sem gerar retorno para a sociedade, além de limitar o crescimento econômico do país por interromper a movimentação da economia local com a restrição de empregos diretos e indiretos gerados, afirmou o Ministro Vital do Rêgo, ele explica que em alguns casos a obra não pode ser retomada sem intervenções para recuperar os estragos decorrente do abandono, e tais medidas envolvem custos adicionais incorporados ao valor total da obra.

Um absurdo! Uma verdadeira queima de dinheiro público!

Um exemplo é o pró infância, criado em 2007 pelo MEC, para construção de creches e pré-escolas no Distrito Federal. Há 303 unidades, que deveriam estar prontas ou sendo concluídas, mas que estão paralisadas. Isso significa, segundo o TCU 75 mil vagas que deveriam ser disponibilizadas a população, mas não foram por falta de conclusão das obras.
A auditoria do TCU destacou, ainda outros exemplos específicos como o caso da usina termonuclear de angra 3, que já consumiu quase 7 bilhões de reais dos cofres públicos, a construção da usina está paralisada desde 2015. Além de angra 3, o complexo petroquímico do estado do Rio de Janeiro (COMPERJE), já consumiu 12.5 bilhões de reais em investimentos e está parado há 4 anos.
Destaca-se também, a construção de trechos das ferrovias norte e sul, e de integração oeste/Leste.
O governo Bolsonaro quer acabar com essa sem vergonhasse herdada dos desgovernos corruptos da era PT, e vai buscar investidores privados, para pôr um fim nessa fábrica de moer dinheiro público.

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Colunista Emerson Celestino aborda os principais assunto da política regional e nacional.


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