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Emerson Celestino


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À Rede Social e o STABLISHMENT


É incrível poder perceber – com os novos ares da transparência generosamente emolduradas pelas horizontais planícies das redes sociais, o barulho que a esquerda estridente teima em fazer  para abafar a VERDADE. Não basta esconder os horrores do Holocausto de Holodomor na Polônia, o massacre de ucranianos em Katyn, a execução de homossexuais pelo regime de Fidel Castro em Cuba ou a fome na Venezuela do burlesco Maduro, covarde e vergonhosamente omitidos pelas produções das universidades públicas brasileiras apoderadas por professores – pseudointelectuais, que colocam seu tempo e os recursos públicos à serviço de uma ideologia, que de tão nefasta, foi proibida na Polônia em 2015. Agora, dão amplidão à uma neoativista, a tal Greta, a meninota que se preocupa com as queimadas anuais na amazônia – omitindo o período recordista de Lula, mas que se cala diante do desastre ecológico causado por petróleo venezuelano nas praias brasileiras e não pauta genocídios e a fome na África, resultados de anos de colonialismo europeu, que fatiou o continente entre i, no Tratado de Berlim em 1885.

Apesar dos esforços da produção dita intelectual de nossas academias públicas, está cada vez mais difícil esconder verdades, tais como o potencial econômico brasileiro, que é muito maior do que o Brexit, dando a dimensão de quanto somos roubados pelo STABILISHMENTE. Ou ainda, que novos tempos eleitorais chegaram, sendo que não elegemos um bilionário numa eleição, como nos EUA, mas um simplório capitão do Exército, sem dinheiro, sem televisão, sem apoio, sem celebridades. Mostramos ao mundo a quintessência da democracia. 

Bolsonaro não baixou a cabeça. Peitou uma das maiores empresas de mídia do planeta, os artistas formadores de opinião, a elite acadêmica, as milícias sociais, a máquina Estatal, o Stablishment. 
Todo o poder estabelecido convulsionava contra o candidato, numa tentativa desesperada de manter seus benefícios escusos. E, ainda assim, ele venceu. 

Gramsci, na década de 40, disse: "Não tomem quartéis, tomem escolas. Não ataquem tanques, ataquem idéias". O filósofo Socialista esqueceu, porém, que o capitalismo evolui e, com sua evolução, DEU VOZ AO POVO. A grande mídia não é mais o principal propagador de notícias. A escola não é mais o principal propagador de conhecimento. Com o advento da internet, podemos nos informar, podemos pesquisar e, principalmente, PODEMOS FALAR.

Atentaram contra a vida do presidente, deixaram-no fora dos compromissos de campanha e, de pijamas e pantufas, NÓS O ELEGEMOS. Derrubamos um plano de poder de 3 décadas, detentor de uma militância violenta e um Estado aparelhado, sem encostar em armas, sem NENHUMA intervenção. 

Tristes dos "artistas" que não vêem a beleza do movimento. Tristes dos estudantes que não vêem a importância do momento. Vocês se orgulham de fazer parte da "resistência". EU ME ORGULHO DE FAZER PARTE DA HISTÓRIA!

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Colunista Emerson Celestino aborda os principais assunto da política regional e nacional.


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