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Emerson Celestino


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A FORÇA DO POVO


É notório a mudança de como “se fazer política” no Brasil.
De minha parte seria hipocrisia se não falasse sobre o PT (Partido dos Trabalhadores), de modo que sua interferência na política brasileira foi bastante peculiar – hoje com os olhos negativos e com sintomas de náuseas muitos brasileiros cidadãos já se arrependeram desta falsa esperança... há exemplo disso nas eleições de 2002, o ex-presidiário acabou ganhando de José Serra com 61,27% dos votos em segundo turno. (Fonte: TSE)

Desde a redemocratização do país com a Constituição de 1988, o Brasil enfrentou e ainda enfrenta a polarização política nos algares da imprensa e os covis dos partidos políticos.

Concordando ou não, a política de nosso país está mudando. E está mais atrelado no pragmatismo partidário do que conceitual – o feito se estabelece como base da liberdade de expressão e principalmente no da identidade do cidadão em exercer seu direito de ser votado – o partido político se tornou algoz do cidadão, pois a representatividade do político está mais baseado ao conceito partidário do que a representatividade dos seus eleitores.

Até ontem conhecíamos tal candidato ou político pelo partido. Hoje conseguimos descaracterizar um pouco esta identidade mal falada. A dependência dos partidos está cada vez mais ínfimo.

Uma falácia pensar que em todo momento o PT foi odiado... ao contrário, o PT foi aclamado, e se não fosse o plano real na vida dos brasileiros e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1998, perderíamos as eleições para o metalúrgico analfabeto e anteciparíamos a tragédia política do país.

Pode até parecer poesia, mas os anos passam, e a cada ano que se passa observamos o estrago que confirma a certeza que o PT nunca mais retornará ao poder.

Em todo este resumo alhures rudimentar, concluo que a sociedade brasileira precisou passar pelos anos de vacas magras e perceber que a soberania do Brasil não está atrelada no presidente da República ou nos chefes dos demais poderes.

O Brasil conta com a única soberania, o seu povo. 

Povo que foram as ruas e mantiveram manifestações com propósitos, criadores de movimentos importantes, cuja intenção não fora tomar propriedade privada de ninguém e sim o oposto. Cidadãos com movimentos ou não se sentiram pela primeira vez na história com direito de LUTAR, lutar e LUTAR.

Fecho parafraseando: Brasil um país de todos os brasileiros! 

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Colunista Emerson Celestino aborda os principais assunto da política regional e nacional.


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