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Call of Duty: Vanguard reúne tudo do melhor (e pior) da franquia


Imagem: Activision

Nós temos poucas certezas na vida, mas uma delas é que conforme o final do ano se aproxima, chega também um novo capítulo da série Call of Duty aos video games. Desta vez, COD Vanguard foi lançado com a promessa de entregar tudo o que os fãs mais gostam em cada um dos seus modos mais populares, dos zumbis e campanha até o multiplayer competitivo e eSports.

Nesse sentido, como já tínhamos falado no  review de Black Ops Cold War no ano passado, não há muito o que se possa fazer para ajudar qualquer pessoa a mudar de lado. Se você acha que a série é só um mais do mesmo recauchutado todo ano, bom, ela é mesmo. E se você gosta de ver a fórmula sendo aprimorada aos pouquinhos, também vai seguir satisfeito.

Em muitos sentidos, jogar Call of Duty: Vanguard é como dar um pulinho no McDonald’s para pedir o seu combo favorito. Você sabe exatamente pelo que está pagando e, quando o prato chega com batatas perfeitamente salgadas, coquinha gelada e um sanduba montado direitinho, tudo desce redondo… ao mesmo tempo em que não é exatamente o prato mais refinado ou saudável da gastronomia mundial.

Se você quiser conhecer mais sobre os prós e contras do jogo sem mais analogias alimentícias, confira o nosso review completo a seguir!

Uma história problemática (para variar)

Vamos começar pela campanha, já que ela acaba sendo um diferencial em um ano quando o concorrente Battlefield 2042 acabou abdicando completamente de ter uma história. Ela é bem curtinha e o jogador consegue ver tudo que há para ver em pouco mais de seis horas, se tanto, já que há pouco mais de meia dúzia de capítulos para desbravar.

 




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