ECONOMIA

Mão de obra está saindo do Brasil; entenda sobre movimento migratório que cresce


Fonte: Reprodução

Com a crise econômica instalada no Brasil devido à pandemia de Covid-19 muitos pessoas desejam sair do país ou já moram. Sem perspectivas de melhora na oportunidade de trabalho a mão de obra dos brasileiros acaba saindo do país em busca de melhores condições.

Este ano será a primeira vez, em quase duas décadas, que o Brasil registrará um número de jovens inferior a 50 milhões, de acordo com os dados do IBGE. Com isso, a previsão é que o número de brasileiros jovens caia pela metade até o fim do século.

São esses jovens, de 15 a 29 anos, que passarão as próximas décadas trabalhando e gerando riqueza para o país. Porém, o Brasil está perdendo mão de obra, devido à crise econômica que já dura há sete anos e que não tem perspectiva de melhora.

Para piorar, 47% dos brasileiros jovens disse em levantamento feito pela FGV Social que deixaria o país se pudesse. Esse percentual é mais que o dobro registrado em 2014, antes da crise.

Durante a pandemia, um quarto dos jovens brasileiros passou a ficar sem trabalho e sem estudar. 70% desse quantitativo afirmaram em entrevista que estão com dificuldade em encontrar emprego.

Diante disso, sair do Brasil se tornou uma alternativa para a atual mão de obra. Além disso, o país precisa lidar com o envelhecimento da população. Esse cenário tende a piorar a situação do Brasil nos próximos anos.

Fuga da mão de obra

No ano passado, o Itamaraty registrou 4,21 milhões de cidadãos do Brasil vivendo no exterior. Comparado a 2010 houve um aumento de 35% em relação a 2010. Na época haviam 3,12 milhões de brasileiros morando fora do país.

Entre 2018 e 2020 o Brasil perdeu 625.000 pessoas que foram morar no exterior para trabalhar. Porém, esse número pode ser muito maior hoje já que é baseado nas projeções das embaixadas Brasil mundo afora. Além disso, têm os brasileiros que moraram no exterior de forma irregular.

A saída para o exterior não acontece apenas pela crise econômica e social do Brasil, mas também pela quantidade de mão de obra que existe lá fora. Esse cenário já foi vivenciado por outros países, enfrentando dificuldades em encontrar mão de obra, principalmente em cargos que exigem pouca qualificação.

Na Alemanha, por exemplo, o governo estima que o país precisa de 400 mil imigrantes por ano para preencher o mercado de trabalho. Diante disso, foi aprovada em no ano passado uma lei que flexibiliza a entrada de imigrantes, a fim de atrair mão de obra.

Brasileiros nos Estados Unidos

Os EUA é o país que mais possuem brasileiros, sendo 1,7 milhão de pessoas. Dentro dos destinos top 10 estão o Japão com 211 mil, Itália com 161 mil e Alemanha 144 mil. Nesses casos, a maioria é formada por descendentes que buscam a cidadania ou o visto de permanência.

Outros países que se destacam ondas de migrações mais recentes, como o Canadá. O país sofre há anos com escassez de mão de obra e busca preencher as vagas de transando com os imigrantes.

Na Alemanha, por exemplo, o governo estima que o país precisa de 400 mil imigrantes por ano para preencher o mercado de trabalho. Diante disso, foi aprovada em no ano passado uma lei que flexibiliza a entrada de imigrantes, a fim de atrair mão de obra.

Brasileiros nos Estados Unidos

Os EUA é o país que mais possuem brasileiros, sendo 1,7 milhão de pessoas. Dentro dos destinos top 10 estão o Japão com 211 mil, Itália com 161 mil e Alemanha 144 mil. Nesses casos, a maioria é formada por descendentes que buscam a cidadania ou o visto de permanência.

Outros países que se destacam ondas de migrações mais recentes, como o Canadá. O país sofre há anos com escassez de mão de obra e busca preencher as vagas de transando com os imigrantes.

O principal problema da saída dos brasileiros do país é a chamada “é a fuga de cérebros”. Isso significa a saída de mão de obra extremamente qualificada, em sua maioria de cientistas.

 




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