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Craque brasileiro sofre com lesões desde a chegada na Europa em 2013


Fonte: Lucas Figueiredo/CBF

Desde a chegada na Europa, em agosto, de 2013, no Barcelona, o brasileiro Neymar já foi artilheiro e campeão da Liga dos Campeões (2014-15), campeão duas vezes da Liga Espanhola (2014-15 e 2015-16), três Copa do Rei (2014-15, 2015-16 e 2016-17), além de três Liga da França (2017-18, 2018-19 e 2019-20) e três Copa da França (2017-18, 2019-20 e 2020-21). Mas além dos 26 títulos conquistados até o momento, como jogador profissional, Neymar sofre dentro e fora dos gramados.

Ninguém tem dúvida da capacidade técnica do atacante, porém o número de lesões, partidas perdidas e dias sem jogar atrapalham o desempenho do atleta. De 2013 até janeiro de 2021, o brasileiro teve 34 lesões e desfalcou o Barcelona e PSG em pelo menos 120 partidas. Isso significa mais de 700 dias no departamento médico.



A ausência do craque afeta significante em números de gols e assistências. A melhor temporada do camisa 10 da Seleção Brasileira foi em 2015-16, pelo Barcelona, quando em 49 partidas fez 31 gols e contribuiu com mais 20 assistências. Naquela ocasião, dividia espaço no ataque espanhol com Luis Suárez e Lionel Messi.

Já pelo time francês, o astro brasileiro chegou com o status de ser ídolo no time e com o principal objetivo de conquistar a inédita Liga dos Campeões pelo PSG. Porém após quatro temporadas completas, a principal meta não veio. Por pouco. Chegou na final, mas perdeu o título para o Bayern de Munique e além da temporada passada, quando foi eliminado pelo Manchester City na semifinal. Com dezenas de lesões, a melhor temporada foi a de estreia, em 2018-19, em 30 jogos foram anotados 28 gols e 15 assistências.


A principal crítica feita ao brasileiro não é a quantidade de lesão sofrida a cada temporada, mas sim o comportamento de Neymar fora do campo. Com festas em época de tratamento, além de vindas conturbadas ao Brasil. Hoje, aos 29 anos, Neymar tem uma carreira consolidada no Brasil e no Velho Continente, mas não é de se negar que o atleta poderia ter feito e conquistado muito mais nesses nove anos na europa.




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