GERAL

Ação pública quer acabar com acordo entre Sanepar e Prefeitura de Maringá

Nesta edição o destaque uma ação popular quer anulação do acordo que Sanepar pagou mais de 32 milhões de reais para Prefeitura de Maringá.
 
Outro destaque é se diárias de hotel para deputados e assessores seria moral ou imoral.
 
Confira todos os assuntos
 
  • Governador em Maringá:
 
Nesta sexta-feira (14), o Governador Ratinho Junior vai estar aqui pela região, primeiro ele passa por Sarandi, por lá ele faz a entrega do Colégio Estadual Vereador Luiz Zanchim, e também a entrega de recursos, mas o governador tem agenda em Maringá.
 
  • Fim de municípios:
 
Deputados, Prefeitos e Vereadores do Paraná não aceitam a proposta para acabar com mais de 100 municípios do Paraná. A audiência pública, proposta pelo deputado Romanelli (PSB), resultou na Carta Paraná, um documento aprovado por unanimidade com críticas aos projetos e será enviada a todos os deputados federais e senadores.
 
  • Saídas na Prefeitura de Maringá:
 
Foi anunciada a saída de Miguel Fernando da Secretaria de Cultura. Ele foi o segundo a ocupar o cargo, que assumiu em junho de 2018. Ele deixou claro em mensagem nas redes sociais que pediu para sair e avalia o trabalho realizado em sua gestão. Este é o terceiro secretário que saída da gestão Ulisses Maia, o primeiro foi o empresário Francisco Favoto deixou a Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico, e o terceiro foi o advogado Cesar França da Secretaria de Recursos Humanos.
 
  • Sanepar x Prefeitura de Maringá:
 
Uma ação pública quer acabar com o acordo entre Sanepar e Prefeitura de Maringá, nesse acordo a Sanepar deveria pagar mais e não apenas os 32 milhões de reais. O colunista Luiz Neto comenta com detalhes sobre o assunto.
 
  • Diárias de Hotel:
 
Ontem (13), a notícia de que o deputado Homero Marchese usou diárias de hotel em Maringá, não fizemos nenhuma acusação de ilegalidade do parlamentar, o que estamos abordando é quem esteve no hotel, se não foi o deputado quem foi, qual o nome do assessor, o deputado é contra esse tipo de coisa mas usa, isso é no mínimo incoerente.
 
Assista à edição completa:






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