GERAL

Homem negro morre após ser espancado em supermercado de Porto Alegre
O caso aconteceu nesta quinta-feira (19) em um dos supermercados da rede Carrefour



Na véspera do feriado do Dia da Consciência Negra um homem negro de 40 anos morreu na noite de ontem (19) nas instações do supermercado Carrefour, na zona Norte de Porto Alegre. A vítima identificada como João alberto Silveira Feitas, foi agredido por um segurança e por um PM temporário, fora de serviço. Os agressores foram pressos, suspeitos de homicídio doloso.

Segundo informações do site UOL, uma discussão iniciada com a caixa do estabelecimento em seguida a vítima foi conduzida pelo segurança da loja até o estacionamento, no andar inferior. Um cliente, policial militar temporário - funcionário contratado pela Brigada Militar por tempo determinado, para atividades administrativas -, acompanhou o deslocamento, que acabou no espancamento de Freitas.

Em um certo momento do deslocamento, Freitas teria desferido um soco contra o PM. segundo afirmou a caixa do supermercado, em depoimento à polícia. "A partir disso começou o tumulto, e os dois agrediram ele na tentativa de contê-lo. Eles (o PM e o segurança) chegaram a subir em cima do corpo dele, colocaram perna no pescoço ou no tórax", disse o delegado plantonista Leandro Bodoia.



Carrefour rompe contrato com empresa de segurança

Após o caso vir à tona, o Carrefour decidiu romper o contrato com a empresa de segurança e fechará a loja. Em nota, o mercado afirmou que "adotará as medidas cabíveis para responsabilizar os envolvidos neste ato criminoso".


Carrefour teve morte de cachorro e corpo coberto por guarda-chuvas

O Carrefour reúne uma série de casos de violência. No final de 2018, um cachorro foi morto por um segurança após ser agredido com uma barra de metal em Osasco, na Grande São Paulo.

Em agosto deste ano, um homem teve um mal súbito e acabou morrendo no interior da loja no Recife. Para manter o local em funcionamento, funcionários bloquearam o acesso visual ao corpo de Moisés com tapumes e guarda-sóis. O caso gerou revolta na internet.






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