MARINGÁ

Família de 4 pessoas em Maringá reside em galinheiro
Com a renda prejudicada durante a crise, agora dependem de doações até a melhora da situação


Foto: Reprodução/24 Horas

Em Maringá/PR, uma pequena família humilde está há dias vivendo em um galinheiro devido a falta de recursos; devido a crise do Covid-19 que deixou o chefe da família sem serviço, a família composta pela diarista Ana Carolina Lima da Costa, de 20 anos, e o servente de pedreiro Thiago da Penha Pereira, de 29 anos, junto com os dois filhos, de 4 e 6 anos, conseguiu obter apenas R$ 600 trabalhando durante o mês de março; a quantia era insuficiente para pagar parte do aluguel de R$ 600, e ainda alimentar as crianças.

O dono da casa não aceitou pagar somente a metade e aí a gente deixou a casa e viemos morar no galinheiro da minha sogra. A casa dela é bem pequena e já tem muitos morando ali mas ela cedeu pra gente o galinheiro aqui nos fundos e aceitamos. A gente dorme sentado e as crianças dormem deitadas no colchão no chão”, disse a diarista desempregada. A família mora zona sul da cidade-canção, depois do Contorno Sul; o imóvel foi obtido graças a um programa habitacional pertence à mãe de Thiago.

Após o caso ser divulgado na imprensa e nas redes socias, a família recebeu várias doações de alimentos, além de materiais para construção. O casal tem esperança de conseguir erguer um novo lar ao lado do galinheiro onde estão morando atualmente. “Somos muito gratos a Deus e a essas pessoas que estão nos ajudando muito. Se a gente conseguir pelo menos levantar dois cômodos aqui nos fundos para as crianças já ficaremos muito felizes. Sem pagar aluguel o pouco que eu ganhar nós vivemos”, declarou Thiago. Para quem estiver interessado em colaborar, a casa fica na Rua Waldemar Francisco de Oliveira, nº52, bairro Pioneiro Odwaldo Bueno Netto. O telefone para contato com eles é o (44) 99760-5644. 

A Secretaria de Assistência Social (SAS) informou que a família citada na reportagem está cadastrada e recebendo benefícios sociais, cesta básica e kit limpeza. Ainda segundo a nota, nos registros do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), da SAS, a família era sustentada pelo marido. “Estamos encaminhando os dados deles para a habitação para que entrem na fila de análise e concessão do aluguel social”, disse a secretária da SAS, Sandra Jacovós.





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