DIVERSÃO

Rapper DMX morre aos 50 anos
Causa da morte foi ataque cardíaco por conta de uma overdose

O rapper DMX, conhecido de hits como “X Gon' Give It to Ya”, morreu hoje (9). A causa da morte foi overdose de substâncias químicas, seguida por um ataque cardíaco. Ele tinha 50 anos de idade [via Pitchfork].

Por conta da overdose, DMX havia sido internado no dia 2 de abril, quando entrou em estado vegetativo. Os fãs e artistas pelo mundo então passaram a relembrar histórias do músico, torcendo por uma melhora. Agora, o anúncio do falecimento veio da própria família do artista, que disse em comunicado: “É com muita tristeza que anunciamos que nosso amado DMX, conhecido também como Earl Simmons, faleceu aos 50 anos de idade no Hospital White Plains, ao lado de sua família após ter sido colocado sob cuidados aparelhos pelos últimos dias.”

“Earl era um guerreiro que lutou até o fim. Ele amou sua família ao máximo, e sempre lembraremos do tempo que passamos juntos. A música de Earl inspirou incontáveis fãs pelo mundo, e seu icônico legado sobreviverá para sempre. Nós agradecemos o amor e apoio dos fãs durante esses tempos difíceis. Por favor, respeitem nossa privacidade enquanto estamos de luto pela perda de nosso irmão, pai, tio e o homem conhecido pelo mundo como DMX.”

Com sua marcante voz rouca, DMX iniciou sua carreira logo na juventude, escrevendo sobre sua infância marcada por abuso e crime na cidade de Nova York. Após crescer no circuito underground, ele assinou com a gravadora Def Jam Records, e lançou dois álbuns de peso em 1998: Flesh of My Flesh, Blood of My Blood, e It's Dark and Hell Is Hot.

O rapper também teve presença nas telas. Ao longo de sua carreira, estrelou filmes do diretor Andrzej Bartkowiak, como Romeu Tem Que Morrer (2000), Rede de Corrupção (2001), Contra o Tempo (2003). Além disso, fez participação em South Park e também estrelou Def Jam: Vendetta, game de luta protagonizado por rappers da gravadora Def Jam.



DMX também sempre falou das dificuldades que passou e de seu vício em drogas. Em 2020, comentou sobre dependência química numa entrevista, dizendo: “Drogas são sintomas de problemas maiores. Há coisas pelas quais passei pela minha infância que precisei ignorar - mas há limite para o quanto você consegue reprimir. Eu não tinha ninguém com quem conversar. E frequentemente falar sobre seus problemas é visto como um sinal de fraqueza quando, na verdade, é uma das coisas mais corajosas que se pode fazer.”




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