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Decreto anticorrupção do papa para Vaticano limita valor de presentes a 40 euros

O papa Francisco emitiu um novo decreto nesta quinta-feira exigindo total divulgação econômica e controles para gerentes do Vaticano, incluindo cardeais, e estipulando que ninguém pode aceitar presentes pessoais de valor acima de 40 euros (49 dólares).

O decreto seguiu outra lei papal, de maio do ano passado, na qual Francisco endureceu as regras para os contratos de aquisição do Vaticano.

A prática de trocar presentes entre clérigos católicos já foi fonte de vários escândalos na Igreja nos últimos anos.

O limite de 40 euros para presentes aplica-se a todos os funcionários do Vaticano de qualquer nível hierárquico e o restante do decreto para gerentes, sejam clérigos ou laicais.

O papa disse que a equipe deve aderir a "melhores práticas e regulamentos aceitos internacionalmente", exigindo transparência daqueles que ocupam cargos importantes, a fim de combater "conflitos de interesse, práticas de clientelismo e corrupção em geral".





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